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Alopecia: falhas no cabelo e fatores como estresse ou nutrição podem piorá-la

A saída do ator Lucas Penteado do BBB21 está dando o que falar! Mas isso é assunto pra outra hora… rsss… outra coisa que tem chamado a atenção do público são as falhas que o ex-brother apresenta no cabelo, conhecidas como alopecia.

Segundo Cibele Tamietti dermatologista da Clínica Leger e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), “a alopecia é um termo médico amplo, usada em diferentes tipos de doenças, que provocam diminuição ou ausência de pelos no couro cabeludo, na face como sobrancelhas, cílios, barba ou no corpo, nas regiões das axilas, braços e pernas“.

Como há diversos tipos e causas de alopecias, a médica ressalta, “o diagnóstico deve ser realizado de forma minuciosa pelo dermatologista/tricologista através do exame clinico, da Tricoscopia, além de exames de sangue e, às vezes, de uma biópsia no local afetado“.

Para cada tipo de alopecia há fatores que causam, contribuem ou desencadeiam a doença. A dermatologista explica as diferenças: “por exemplo, a Alópecia Androgenética, popularmente conhecida como “calvície” tem causas genéticas e hormonais; a Alopecia Areata; conhecida como “pelada” tem causa imunológica, inflamatória e sobretudo o estresse; a Alopecia de Tração é causado por tração excessiva no couro cabeludo, seja por penteados apertados ou apliques. Há o Eflúvio Telógeno ou queda difusa de cabelos, que pode ser desencadeada por alguns medicamentos, procedimentos cirúrgicos, deficiência nutricionais, dietas restritivas e stress. São tipos vastos, como também as Alopecias causadas por processos infecciosos, como as micoses e DST“.

As alopecias podem vir acompanhadas da queda dos cabelos de forma difusa, com perda total dos cabelos, com falhas ou “buracos” em pequenas áreas ou apresentarem-se com afinamento e rarefação capilar, sem a percepção da queda dos fios. Alguns casos podem ainda apresentar coceira, ardência, dor e presença de pus associados.

Para a dermatologista, o tratamento varia de acordo com o diagnóstico. “É uma condição complexa e inclui shampoos e loções locais, medicamentos orais como antifúngicos, antibióticos, imunossupressores, anti-inflamatórios, bloqueadores hormonais, retinóides e medicamentos injetáveis, que são aplicados diretamente na área afetada, pelo médico“, avalia Cibele Tamietti.

Já sentiu alguma dessas alterações? Se você respondeu sim, é hora de procurar um dermatologista para começar o tratamento. E se sabe de alguém que está passando por isso, compartilhe esta matéria para que seja útil!

Beijos e até o nosso próximo encontro!

Imagens: Google

Fonte: Dona Comunicação

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Sobre Ana Santo

Ana é jornalista, advogada, mineira de BH e apaixonada por cuidados com o cabelo, cosméticos, moda, maquiagem, bolsa, sapato e tudo o que faz parte do universo feminino. Além de colaborar no Blog da Essência Brasileira, Ana também tem um Blog, o Blog da Ana.

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